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Quanto custa não ter estratégia de marketing? O preço invisível da inação

A conta que ninguém faz é exatamente a que mais dói no fim do mês.

Tem um tipo de despesa que não aparece no extrato bancário, não gera boleto e nunca chega como notificação no celular. Mas ela existe. E ela cobra.

É o custo de não fazer nada.

Pense bem: quantas empresas você conhece que passam anos “tocando o barco” sem uma estratégia de marketing clara? Sem saber de onde vêm os clientes, por que alguns somem, ou o que diferencia o negócio delas de qualquer outro na mesma rua? Provavelmente muitas. Talvez a sua seja uma delas.

Portanto, antes de continuar lendo, responda honestamente: você sabe EXATAMENTE qual ação de marketing trouxe o último cliente que fechou negócio com você? Se a resposta veio com hesitação, este post é para você.


O problema que parece não ser problema

No Senhor dos Anéis, Sauron não começou destruindo a Terra-média de uma vez. Ele foi corroendo, silenciosamente, pelos cantos que ninguém observava. A ausência de estratégia de marketing funciona da mesma forma: não mata no susto. Ela corrói.

A empresa que não investe em marketing não sente a dor imediatamente. Afinal, ainda tem clientes vindos de indicação, o telefone ainda toca de vez em quando, as contas ainda fecham. No entanto, o mercado ao redor não está parado esperando. O concorrente que decidiu investir em presença digital há dois anos está colhendo os frutos agora, enquanto você ainda planta na intuição.

“Não ter estratégia não é uma escolha neutra. É uma escolha ativa de deixar o mercado decidir por você.”

Os estoicos tinham um conceito chamado memento mori: lembre-se de que você é mortal. Para os negócios, o equivalente seria: lembre-se de que você é substituível. E a inação acelera esse processo.


Os custos que não aparecem no balanço

Vamos ser diretos. Quando falamos do preço da inação em marketing, não estamos falando só de “oportunidades perdidas” no sentido abstrato. Consequentemente, há perdas concretas, mensuráveis, que acontecem em quatro frentes principais.

O custo dos clientes invisíveis

Existe uma pessoa, agora mesmo, procurando exatamente o que você vende. Ela abre o Google, digita o problema dela, e encontra três empresas. Uma tem site atualizado, cases de sucesso e avaliações no Google Meu Negócio. A outra tem um Instagram com a última postagem de 2022. A terceira não aparece.

Qual das três você acha que recebe o contato? Pois bem, a que aparece. Não necessariamente a melhor. A que APARECE.

Ou seja, a ausência de estratégia não é só falta de crescimento. É perda de clientes que já estavam prontos para comprar.

O custo do posicionamento que nunca aconteceu

Preço é uma consequência de percepção de valor. Empresas sem posicionamento claro competem por preço, porque não deram ao mercado nenhum outro critério para escolhê-las. Da mesma forma que um advogado sem especialidade cobra menos do que um especialista em direito tributário, um negócio sem identidade de marca aceita o que o cliente quer pagar.

Portanto, cada mês sem estratégia é um mês reforçando a commodity. E commodity tem margem de commodity.

O custo do esforço sem acumulação

Ação de marketing sem estratégia é como encher um balde furado. Você faz um post aqui, uma promoção ali, manda e-mail quando lembra, tenta uma campanha que algum concorrente fez. O esforço existe. No entanto, nada acumula, porque não há consistência, não há narrativa, não há direção.

Estratégia de marketing não é sobre fazer mais. É sobre fazer certo, com direção, de forma que cada ação construa sobre a anterior.


Por que a inação parece racional

Aqui entra o sarcasmo cirúrgico que o tema merece. As justificativas para não investir em estratégia de marketing são sempre criativas:

“O nosso negócio funciona muito no boca a boca.” Ótimo. Seu concorrente também tem boca a boca. E ainda tem Google Ads, SEO, e um perfil no LinkedIn com 4 mil seguidores.

“Não temos budget agora.” Entendido. Mas você tem budget para perder o cliente que foi para quem investiu?

“Marketing é gasto, não investimento.” Essa talvez seja a mais cara das convicções. Porque, afinal, toda linha no orçamento que não gera retorno é gasto. Marketing estratégico tem retorno mensurável. O que não tem retorno é ação sem direção.

Sêneca dizia: “Não há vento favorável para quem não sabe para onde ir.” Substituindo “vento” por “verba de marketing” e o provérbio fica igualmente preciso.


O antídoto não é mágica. É método.

Estratégia de marketing não precisa ser cara para ser eficaz. Ela precisa ser INTENCIONAL. Isso significa saber quem é o cliente ideal, o que diferencia o negócio, quais canais fazem sentido para esse público e como medir se o que está sendo feito funciona.

Sobretudo, significa parar de agir por impulso e começar a agir por plano. A diferença entre um arqueiro que acerta o alvo e um que atirou flechas ao acaso não é o número de flechas. É a mira.

Grupo IX existe exatamente para isso: ajudar negócios a saírem da inação e entrarem em movimento estratégico real. Seja no diagnóstico de onde estão as perdas invisíveis, no desenho de uma estratégia de marketing que faça sentido para o negócio, ou na execução coordenada que gera resultado acumulado, o grupo atua como o parceiro que sabe do que fala e mostra onde cada pedra deve ser colocada para a pirâmide crescer de verdade.

Porque no fim, a pergunta não é se você pode investir em estratégia de marketing. A pergunta é quanto mais tempo você pode se dar ao luxo de não investir.

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